China vai importar polpas e frutas congeladas do Brasil
A China deu mais um passo para ampliar a entrada de produtos brasileiros em seu mercado ao disponibilizar os procedimentos necessários para a exportação de polpas e frutas congeladas produzidas no Brasil.

A medida permite que empresas brasileiras interessadas iniciem o processo de habilitação para vender esses produtos ao país asiático.
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC) incluiu em seu sistema o modelo de certificado sanitário. Além disso, ele será exigido nas exportações brasileiras de polpas e frutas congeladas.
Por conseguinte, o ministério informou que, com isso, os estabelecimentos interessados já podem dar entrada no registro junto ao sistema China Import Food Enterprise Registration (Cifer). Ademais, essa é uma etapa obrigatória para acessar o mercado chinês.
A autorização vale para produtos obtidos de espécies de frutas já reconhecidas como alimentos pelas autoridades chinesas. Entre elas estão açaí, manga, goiaba, abacaxi e maracujá, além de outras frutas permitidas para consumo humano no país.
Segundo as regras chinesas, leis locais sobre novos alimentos determinam procedimentos regulatórios específicos para frutas que o governo ainda não reconheceu como alimento.
Orientações
O estabelecimento exportador deve fazer o registro no sistema Cifer diretamente, pois ele apresenta a documentação exigida.
Após a análise e aprovação pela autoridade chinesa, a empresa recebe um número de registro, requisito indispensável para realizar embarques ao país.
O certificado sanitário oficial acordado entre Brasil e China também deverá acompanhar as exportações.
Antes de iniciar o processo de habilitação, o Ministério da Agricultura orienta os exportadores a consultarem os requisitos e procedimentos estabelecidos pelas autoridades chinesas.
Após a aprovação do registro pela GACC e a emissão do certificado sanitário pela autoridade brasileira competente, as vendas poderão ser realizadas de acordo com as exigências sanitárias e aduaneiras em vigor.
Fonte: agênciabrasil



