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Os custos de produção de suínos e frangos de corte voltaram a cair em maio nos estados de referência acompanhados pela Embrapa Suínos e Aves - Foto: Reprodução/CanalRural

Embrapa aponta nova queda nos custos de produção de frangos e suínos

O custo de produção do frango de corte ficou em R$ 4,68 por quilo em maio, recuo de 0,38% na comparação com abril

Os custos de produção de suínos e frangos de corte voltaram a cair em maio nos estados de referência acompanhados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Suínos e Aves. Os dados foram divulgados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS), conforme comunicado publicado nesta segunda-feira (22). No levantamento, o frango de corte no Paraná e o suíno vivo em Santa Catarina registraram redução frente a abril.

Paraná, o custo de produção do frango de corte ficou em R$ 4,68 por quilo em maio, recuo de 0,38% na comparação com abril. No mesmo período, portanto, o Índice de Custo de Produção do Frango (ICPFrango) atingiu 362,13 pontos.

No acumulado de 2026 até maio, o índice do frango registra alta de 0,53%. Em 12 meses, a variação é negativa em 2,05%, de acordo com a Embrapa. A ração representou 63,03% do custo total no mês e recuou 1,15%. Em 12 meses, esse item acumula queda de 6,63%.

Em Santa Catarina, o custo de produção do suíno vivo passou de R$ 6,25 em abril para R$ 6,23 em maio, baixa de 0,37%. O Índice de Custo de Produção de Suíno (ICPSuíno) ficou em 356,33 pontos.

Nova redução mensal

No acumulado do ano até maio, o índice do suíno apresenta queda de 3,87%. Em 12 meses, a retração é de 1,51%. A ração, responsável por 72,45% do custo total, caiu 0,36% no mês e acumula redução de 2,83% no ano.

Conforme o material divulgado, Santa Catarina e Paraná são estados de referência nos cálculos dos índices de custo de produção da Central de Inteligência de Aves e Suínos por sua relevância como maiores produtores nacionais de suínos e frangos de corte, respectivamente.

Os dados informados pela Embrapa indicam nova redução mensal nos custos monitorados em maio, com destaque para o comportamento da ração nos dois sistemas. O material divulgado não detalha outros componentes de custo nem informa desdobramentos esperados para produtores além dos índices apresentados.

Fonte: estadão/canalrural