A estratégia adotada no país asiático vai além da produção em larga escala ou da redução de custos
A integração profunda da cadeia produtiva tem se consolidado como um diferencial estratégico no agronegócio global, especialmente em um cenário de crescente competição e busca por eficiência. Segundo análise de Artur Vasconcelos Barros, Diretor Executivo no Grupo Central, a forma como a Syngenta estruturou sua atuação na China oferece um exemplo claro de visão de longo prazo e alinhamento industrial.
A análise também destaca que a integração com fornecedores locais estratégicos fortalece relações comerciais e amplia o poder de precificação. Dessa forma, cria um ambiente de maior previsibilidade e confiança. Mais do que um caso isolado, a experiência observada é tratada como um modelo de referência para empresas. Ou seja, aquelas que buscam eficiência e solidez em mercados dinâmicos. Além disso, provocar reflexões sobre como o agronegócio brasileiro pode aprimorar suas próprias cadeias produtivas nos próximos anos.
Fonte: agrolink




