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O Irã responderá a 'qualquer agressão', afirmou o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, nesta sexta-feira (30) Foto: Reprodução/ Getty Images

Irã responderá a “qualquer agressão imediatamente”, diz presidente

O Irã responderá a “qualquer agressão”, afirmou o presidente

O Irã responderá imediata e futuramente a “qualquer agressão”, afirmou o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, ao presidente dos Emirados Árabes Unidos, segundo informações da mídia estatal iraniana nesta sexta-feira (30).

Pezeshkian acrescentou que o Irã defende o diálogo e não busca a guerra, segundo relatos da mídia estatal.

O presidente dos EUA, Donald Trump, renovou as ameaças de atacar o Irã caso o país não concorde em negociar um novo acordo nuclear, enquanto as forças dos EUA realizam um exercício aéreo de vários dias no Oriente Médio, reforçando a presença militar de Washington na região.

Os exercícios têm como objetivo, a princípio, aprimorar a capacidade da Força Aérea dos EUA. Além disso, deslocar rapidamente pessoal e aeronaves. Do mesmo modo, operar a partir de locais dispersos. Ainda mais, manter as operações com uma pegada mínima, informou o Comando Central das Forças Aéreas dos EUA, o componente da Força Aérea dos EUA para o Oriente Médio e Ásia Central (26).

O presidente republicano retirou os Estados Unidos do acordo nuclear multilateral de 2015 com Teerã. Isso durante seu primeiro mandato na Casa Branca. Além disso, relembrou que o último aviso que deu ao Irã foi seguido por um ataque militar.

Próximo ataque será pior

“O próximo ataque será muito pior! Não deixem isso acontecer novamente”, escreveu o líder americano na rede social Truth Social (28). Ele também disse que outra “armada” está a caminho do país.

A chegada de um porta-aviões americano e de navios de guerra de apoio ao Oriente Médio nesta semana ampliou a capacidade de Trump de potencialmente tomar medidas militares, após ele ter ameaçado repetidamente intervir devido à repressão iraniana contra os protestos que se espalharam pelo país no início do ano.

Tensões regionais exigem equilíbrio entre firmeza e diplomacia. A princípio, cada declaração reflete estratégias distintas de poder. Além disso, manobras militares e negociações nucleares definem rumos globais. Do mesmo modo, líderes buscam afirmar soberania e influência internacional. Portanto, o diálogo permanece essencial para evitar escaladas. Em síntese, interesses estratégicos moldam posturas rígidas. Por fim, a região confirma que, sobretudo, prudência e visão de longo prazo são fundamentais para preservar a estabilidade diante de provocações e movimentações militares crescentes.

Fonte: cnn