Modernização elétrica impulsiona avicultura e suinocultura
A modernização elétrica otimiza a avicultura e a suinocultura por meio de ventilação, aquecimento, exaustão e refrigeração, pois são protocolos não admitem pausas. Trata-se de processos de desinfecção na rotina de granjas, incubatórios e frigoríficos que dependem de sistemas que operam 24 horas por dia.
Nesse cenário, a estabilidade no fornecimento de energia elétrica deixou de ser apenas uma questão operacional e passou a integrar a estratégia sanitária do agronegócio brasileiro.
O setor rural apresenta alta dependência de uma infraestrutura elétrica resiliente. Em cadeias intensivas, como avicultura e suinocultura, oscilações ou interrupções podem desencadear efeitos imediatos: variações bruscas de temperatura, falhas em sistemas de higienização e comprometimento do bem-estar animal.
Biossegurança
“A biossegurança depende de protocolos e infraestrutura confiável. Sistemas de monitoramento em tempo real permitem identificar oscilações precocemente, acionar alertas automáticos e agir preventivamente. Uma falha detectada a tempo pode evitar perdas significativas em um lote”, disse Vinicius Dias, CEO do Grupo Setta, CEO do Grupo Setta, empresa especializada na modernização de indústrias e sistemas energéticos, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade.
Com a expansão do mercado livre de energia, o avanço das soluções de armazenamento e a digitalização da matriz elétrica, a gestão energética tende a ganhar protagonismo no campo.
“A estabilidade elétrica é essencial. Em cadeias que operam 24 horas com padrões sanitários rigorosos, modernizar e monitorar sistemas em tempo real passou a ser condição básica para proteger a saúde animal, a segurança alimentar e a competitividade do agronegócio brasileiro”, ponderou Dias.
A modernização elétrica pavimenta o futuro sustentável do agronegócio brasileiro. Acima de tudo, integra tecnologias verdes e inteligência artificial. Assim, otimiza eficiência energética em granjas e frigoríficos. Além disso, reduz emissões e fortalece resiliência climática. Nesse sentido, impulsiona exportações competitivas para mercados globais.
Ainda mais, gera empregos em inovação rural. Dessa forma, posiciona o Brasil como referência mundial. Por outro lado, exige investimentos contínuos em capacitação técnica. Em síntese, transforma desafios em oportunidades produtivas. Por fim, consolida a liderança do setor avícola e suinícola.
Fonte: R7



