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A tecnologia ajuda a reconhecer padrões de odor com alta precisão, como se fosse um nariz ‘eletrônico’ que detecta comida estragada - Foto: Reprodução: Brandon Sánchez-Mejia/UC Berkeley

“Nariz eletrônico” detecta comida estragada e alerta sobre alergênicos com ajuda de IA

O projeto teve condução por pesquisadores ligados à engenharia elétrica e ciência da computação da instituição

Uma equipe da Universidade da Califórnia em Berkeley desenvolveu um dispositivo experimental capaz de identificar gases liberados por alimentos deteriorados e substâncias associadas a alergias alimentares. A tecnologia combina sensores químicos e aprendizado de máquina para reconhecer padrões de odor com alta precisão, como se fosse um nariz ‘eletrônico’ que detecta comida estragada.

Aliás, o projeto teve condução por pesquisadores ligados à engenharia elétrica e ciência da computação da instituição. Assim, teve seus resultados divulgados em estudo publicado na revista Science Advances em 17 de junho de 2026. A proposta mira aplicações domésticas e industriais de monitoramento de alimentos.

O sistema funciona como uma espécie de “nariz eletrônico”, com potencial de uso em refrigeradores inteligentes capazes de alertar sobre o estado de conservação dos alimentos. Bem como, reduzir riscos de contaminação ou consumo de produtos impróprios.

Como funciona o nariz eletrônico criado em Berkeley

O dispositivo desenvolvido em Berkeley utiliza uma matriz com 16 sensores de gás, cada um sensível a combinações específicas de moléculas liberadas por alimentos. Esses sensores geram sinais elétricos a partir de reações químicas na superfície dos materiais utilizados.