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PL reconhece Folia de Reis como patrimônio cultural de MT. Tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado Foto: Rodrigo Prates

PL de Max Russi reconhece Folia de Reis como patrimônio histórico de MT

PL reconhece Folia de Reis como patrimônio cultural de MT

Foi aprovado (19) em segunda votação o Projeto de Lei 1875/2025 de autoria do deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que declara a tradicional Folia de Reis como integrante do patrimônio histórico, artístico e cultural do Estado de MT e reconhece o Município de Dom Aquino como a “Capital Mato-grossense das Folias de Reis”.

“Nós precisamos valorizar e incentivar iniciativas que fortaleçam a Folia de Reis, uma tradição cultural presente em diversos municípios de Mato Grosso. É uma manifestação que faz parte da cultura brasileira, e o nosso estado não é diferente. O objetivo é fortalecer, preservar e dar ainda mais reconhecimento a essa festa”, ressaltou Max.

A tradicional festa ocorre em diversos municípios do estado e é uma das mais emblemáticas do país, trazendo à vida a passagem bíblica da visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus. A cidade de Dom Aquino preserva práticas, cantos, trajes, instrumentos e saberes. Além disso, mestres e brincantes — chamados festeiros — mantêm tudo vivo com atuação diligente.

Com a aprovação da lei, os municípios poderão adotar medidas de incentivo, como a prioridade em programas estaduais de apoio à cultura tradicional e popular, promoção de eventos, festivais e mostras anuais em parceria com o Poder Executivo Municipal, universidades, centros culturais e entidades civis; apoio a ações que incentivem a participação de jovens e a transmissão do saber tradicional.

O projeto segue agora para a sanção do governador Mauro Mendes.

O que significa Folia de Reis

A Folia de Reis celebra a visita dos Três Reis Magos ao menino Jesus. Primeiramente, grupos de foliões percorrem casas cantando e dançando. Além disso, usam trajes coloridos e instrumentos típicos. Do mesmo modo, arrecadam donativos para a comunidade. Ademais, preservam cânticos e rezas tradicionais. Assim, mantêm viva a devoção popular. Por fim, reforçam a fé e a cultura do povo mato-grossense.