Sistema nPulse faz ações da PLSE dispararem
As ações da Pulse Biosciences (PLSE) dispararam mais de 70% após a divulgação de resultados iniciais de seu sistema nPulse, uma tecnologia que envia microchoques de nanosegundos ao coração para tratar fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca. O estudo, o primeiro realizado em humanos, trouxe resultados animadores e reforçou a confiança do mercado na empresa.
O coração de cada um dos 165 pacientes foi remapeado cerca de três meses após o procedimento, e o ritmo cardíaco foi monitorado aos seis e 12 meses.
Os resultados foram animadores. O procedimento teve sucesso em 100% dos casos aos seis meses e 96% ao final de um ano. Além disso, apenas 1,3% dos pacientes apresentaram eventos adversos graves relacionados ao tratamento.
Repercussão no mercado
A reação dos investidores foi imediata. Desde o anúncio, as ações da PLSE subiram 70%. Nos últimos seis meses, a valorização da empresa supera em muito a média do setor, enquanto o S&P 500 subiu 11% no mesmo período.
A capitalização de mercado da PLSE atualmente vale US$ 1,41 bilhão.
O otimismo do mercado reflete não apenas os resultados clínicos, mas também a perspectiva de expansão da Pulse Biosciences. A empresa pretende ampliar os estudos nos Estados Unidos e na Europa, o que pode acelerar a adoção do nPulse e gerar novas oportunidades de receita.
O nPulse representa, acima de tudo, um avanço disruptivo na cardiologia. Assim, revoluciona tratamentos minimamente invasivos. Além disso, abre portas para terapias personalizadas no coração. Por outro lado, desafia concorrentes tradicionais com eficiência superior.
Em síntese, impulsiona investimentos em healthtech. Portanto, acelera aprovações regulatórias globais. Ao mesmo tempo, melhora prognósticos para milhões de pacientes. Dessa forma, reduz custos hospitalares a longo prazo. Por fim, posiciona a Pulse Biosciences como líder inovadora no mercado cardiovascular mundial.
Logo, a PLSE consolida domínio tecnológico sustentável. Primordialmente, atrai venture capital, fomentando ecossistema de spin-offs médicos. Por conseguinte, gera empregos qualificados em biotech.
Fonte: sbtnews



