TSE vai definir novo modelo de urna eletrônica
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu consulta pública para receber contribuições para definir o novo modelo urna eletrônica que deverá ser utilizado já a partir das próximas eleições municipais, em 2028.
O TSE oficializou o chamamento por meio de Edital de Convocação, que o Diário Oficial da União (DOU) publicou (3).
De acordo com comunicado divulgado pelo TSE, a iniciativa convida empresas, fabricantes e demais interessados a apresentar sugestões técnicas que possam contribuir para o aperfeiçoamento do equipamento, com base em estudos já realizados pela Justiça Eleitoral.
Com as sugestões, o objetivo é reunir subsídios para a elaboração do Termo de Referência que vai orientar o futuro processo licitatório para aquisição das novas urnas eletrônicas.
A medida dá continuidade aos estudos iniciados em 2025, quando o TSE promoveu uma primeira etapa de diálogo com o mercado.
“Nesta nova fase, serão apresentados quantitativos atualizados, cronogramas e requisitos técnicos que servirão de base para a definição do modelo a ser utilizado nas eleições futuras”
Tribunal Superior Eleitoral
Contribuição via e-mail
Ainda segundo divulgado pelo TSE, os participantes deverão encaminhar as contribuições exclusivamente para o e-mail urna2028@tse.jus.br
Os interessados precisam acompanhar as sugestões de fundamentação técnica. As propostas poderão contemplar alteração, inclusão ou substituição dos requisitos previstos nos anexos do edital.
O TSE poderá ainda solicitar esclarecimentos complementares às empresas participantes.
O TSE manterá a consulta pública aberta por 21 dias, contados da publicação do edital, podendo prorrogar esse prazo.
Com a iniciativa, a Justiça Eleitoral afirma estar trabalhando para garantir que a próxima geração de urnas eletrônicas acompanhe os avanços tecnológicos e atenda às necessidades operacionais e de segurança das eleições brasileiras nos próximos anos.
O fortalecimento da democracia digital consolida uma infraestrutura de segurança essencial para o pleno exercício da cidadania contemporânea. Portanto, a constante modernização tecnológica das ferramentas públicas atua diretamente na blindagem das instituições contra severas ameaças cibernéticas globais.
Além disso, a abertura para o diálogo colaborativo com a sociedade civil estimula a transparência governamental em processos decisórios estratégicos. Como resultado, o ecossistema institucional ganha robustez e atrai maior confiabilidade por parte da população.
Do mesmo modo, essa constante evolução operacional impulsiona a eficiência das práticas de governança no cenário nacional. Com efeito, os gestores conseguem planejar transições administrativas complexas sem o medo imediato de falhas logísticas ou de vulnerabilidades técnicas graves.
Fonte: IG




