Técnica experimental destrói câncer em minutos
Uma nova abordagem científica vem chamando atenção por destruir até 99% das células cancerígenas em testes de laboratório sem o uso inicial de quimioterapia, cirurgia ou radioterapia.
Uma nova abordagem científica vem chamando atenção por destruir até 99% das células cancerígenas em testes de laboratório sem o uso inicial de quimioterapia, cirurgia ou radioterapia.
Falar um segundo idioma pode retardar o envelhecimento cerebral. É o que aponta um estudo divulgado no Fórum da Federação Europeia das Sociedades de Neurociência, nesta segunda-feira (6).
Cientistas da Universidade de Minnesota criaram células sintéticas capazes de se alimentar, crescer e até se reproduzir. Não é vida como conhecemos. Mas também não é apenas química simples.
Uma equipe da Universidade da Califórnia em Berkeley desenvolveu um dispositivo experimental capaz de identificar gases liberados por alimentos deteriorados e substâncias associadas a alergias alimentares.
A InSilico Medicine está no centro desse movimento e aposta forte na China.
Parar significa apenas suspender uma rotina, o descanso envolve a recuperação física, mental e emocional do organismo — algo que nem sempre acontece automaticamente.
A doença reduziu drasticamente seus movimentos e tornou sua fala difícil de compreender. Mesmo assim, uma neuroprótese experimental vem mudando sua rotina há quase dois anos. Segundo a Science Alert, desde que passou a utilizá-la, ele já expressou mais de 183 mil frases e cerca de 2 milhões de palavras.
A única exceção é para o tratamento da lipodistrofia em pacientes com HIV/AIDS no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fatores genéticos também entram na associação. No entanto, as mudanças no estilo de vida contemporâneo introduziram novos vilões à saúde cutânea.
O uso das redes sociais representa uma ameaça à saúde dos jovens comparável ao tabagismo, alertam médicos britânicos, em uma consulta pública patrocinada pelo governo que terminou (26).